Sem conta, sem cadastro
O mesmo leitor que o sistema usa por dentro, rodando aqui no seu navegador, sobre um arquivo da sua própria carteira. Nada é enviado para a gente.
Sem um arquivo à mão agora?
A parte difícil da NFTS não é o formulário: é que o serviço vem de fora de São Paulo, e cada prefeitura escreve o XML do jeito dela. Quem já tentou automatizar isso sabe que o teste que importa é este, com o arquivo do município dos seus clientes.
O leitor cobre o padrão ABRASF, que a maioria dos municípios usa (Ginfes, Betha, ISSNet, WebISS, e-Governe), e o padrão nacional do Emissor Nacional da NFS-e. Ele procura os campos pelo nome local da tag, então funciona com ou sem prefixo de namespace, que é onde a maioria dos importadores quebra.
Campo que aparece vazio não é falha escondida: é exatamente o que o XML daquele município não traz, e o que alguém teria que digitar. Preferimos mostrar isso agora a você descobrir depois de assinar.
O que acontece com o arquivo
Fica no seu computador
A leitura usa o interpretador de XML do próprio navegador. Confira na aba Rede: não sai requisição nenhuma.
Não é gravado
Nada vai para banco, para arquivo nem para log. Fechou a aba, acabou.
Não pedimos nada em troca
Sem e-mail, sem telefone, sem cadastro. Se você gostar, a demonstração continua ali.