Escrituração de NFTS
O XML do prestador entra e a nota sai escriturada.
Layout 1 completo, com assinatura digital e o retorno da prefeitura arquivado. Se o cliente só tem o PDF, o sistema lê o PDF.
- Emitidas218
- Na fila19
- Recusadas10
A escrituração fala direto com o fisco, com o certificado da própria empresa. Sem abrir portal, sem pedir a senha do seu cliente e sem cobrar XML por mensagem.
Sem conta, sem cadastro, sem enviar nada
Pegue o XML de uma NFS-e que um cliente seu recebeu e solte aqui. É o mesmo leitor que o sistema usa por dentro, rodando no seu navegador. O arquivo não sai do seu computador.
Sem um arquivo à mão agora?
Escrituração em lote
Uma nota sozinha é rápida em qualquer sistema. O que trava o fechamento são quarenta, de doze clientes, em formatos diferentes, na semana do dia 10.
Um lote sendo lido
Arquivos soltos de uma vez
38PDF entra junto com XML, no mesmo lote. É o detalhe que decide o mês de verdade: metade dos clientes manda o arquivo, a outra metade manda o comprovante, e separar os dois à mão já é meia tarde.
O Nufisc é um sistema de escrituração e guarda de documento fiscal para escritórios de contabilidade e para empresas que tomam serviço e precisam entregar a própria NFTS.
Ele cuida da parte que consome o mês: procurar a nota que não chegou, declarar dentro do prazo, guardar o comprovante e mostrar o que ainda falta. O que era um roteiro de portal, planilha e cobrança por mensagem passa a caber numa tela.
Escritório contábilCada cliente manda a nota de um jeito, e um deles sempre esquece. Você acompanha a carteira toda no mesmo lugar e define quem da equipe enxerga cada empresa.
Ver para escritórios
EmpresaVocê toma serviço e precisa entregar a NFTS até o dia 10 ou o dia 30, conforme a retenção. O sistema assina com o seu certificado e transmite, sem você aprender o portal.
Ver para empresasO XML do prestador entra e a nota sai escriturada.
Layout 1 completo, com assinatura digital e o retorno da prefeitura arquivado. Se o cliente só tem o PDF, o sistema lê o PDF.
O sistema procura a nota que o cliente esqueceu.
Consulta o Sistema Nacional da NFS-e todo dia com o certificado da empresa e traz o que ela recebeu como tomadora.
Notas encontradas
21 só ontem
Cinco anos de guarda, por ano, mês e empresa.
Você baixa em lote, vê qual numeração está faltando e leva junto a assinatura de integridade de cada arquivo.
O que estoura primeiro aparece primeiro.
Certificado vencendo, busca com erro e NFS-e esperando conversão, numa tela ordenada por estrago em vez de por data.
NF-e, NFC-e, CT-e e MDF-e no mesmo cadastro.
Uma empresa, um certificado. Você não recadastra nada para trocar de modelo de documento.
Um cadastro, quatro documentos
Você entra com a base do sistema antigo e sai com a sua.
Importa planilha, arquivo da prefeitura e pacote nosso. Exporta em formato aberto e documentado, que outro sistema lê.
Pacote de saída
2 de 3
A mesma tela se ajusta ao tamanho do aparelho. Você confere uma nota no telefone entre um compromisso e outro, e continua de onde parou quando sentar.
Não é aplicativo para instalar nem versão reduzida do sistema. É o mesmo endereço, o mesmo acesso e o mesmo acervo, com o desenho refeito para caber na tela que você tiver na mão.
A busca automática traz o XML da NFS-e recebida, e a emissão da NFTS lê esse mesmo arquivo para preencher os campos. Não existe baixar de um lado e subir do outro: é o mesmo cadastro, dentro da mesma tela. Quando a nota chega de madrugada, ela já está pronta para virar NFTS na manhã seguinte.
Chega sozinha
A busca roda todo dia com o certificado da empresa.
Vira NFTS
Os campos saem preenchidos do próprio XML. Você confere e manda.
Fica guardada
O XML e a resposta da prefeitura ficam no cofre, pelos cinco anos.
Do recebimento ao arquivo, sem parada no meio.
Existe um caminho comum para automatizar isso: um robô entra no portal da prefeitura com o login e a senha do seu cliente, imitando uma pessoa que digita. Aqui não. O sistema fala com o webservice oficial e se identifica pelo certificado digital da empresa, do jeito que o fisco publicou. Ninguém guarda senha de portal em lugar nenhum.
o caminho comum
aqui
A exportação junta o acervo num pacote com manifesto de conferência e assinatura de cada arquivo, em formato aberto que outro sistema abre. Você leva tudo embora quando quiser, sem pedir favor a ninguém e sem esperar orçamento de migração.
acervo.zip
O certificado A1 e a senha dele ficam num envelope cifrado, e a chave que abre esse envelope não mora no banco de dados. Quem levar uma cópia do banco não abre nada. O envelope ainda é amarrado à empresa, então copiar o conteúdo para outro cadastro falha na hora.
banco de dados
8f3a·d21c·9be0
chave-mestra, fora dele
só na variável de ambiente
No primeiro dia
Você cadastra a empresa, sobe o certificado A1 e já escritura. Não existe credenciamento para esperar: quem autoriza é ele. Se quiser conferir antes, a prefeitura valida a nota inteira sem gerar valor fiscal.
Na primeira semana
Planilha de clientes, arquivo de exportação da prefeitura ou pacote de outro sistema. O sistema descobre a empresa pelo conteúdo do arquivo, e não pelo que você escolheu na tela.
No primeiro fechamento
A busca automática roda todo dia, o cofre organiza o que chegou e a tela de pendências mostra o que ficou para trás antes de virar multa.

A NFTS vence no dia 10 do mês seguinte quando há retenção de ISS, e no dia 30 nos demais casos. Quem perde o prazo paga 50% do imposto, mais um piso em reais que a prefeitura reajusta. É a Lei 13.476 de 2002, artigo 14, e não tem negociação.
Quando a prefeitura sai do ar ou um certificado é recusado, a nota fica salva com os dados preenchidos e você reenvia sem digitar nada de novo. O sistema diz de quem é o problema, se é do fisco ou do certificado, para você não gastar o dia tentando de novo no escuro.
Na demonstração a gente escritura uma nota de verdade em modo de teste, contra a prefeitura. Sem valor fiscal e sem compromisso.
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