Escrituração
Sem abrir o portal, sem redigitar e sem robô carregando a senha do seu cliente. O sistema fala com o webservice oficial dela e se identifica pelo certificado digital da própria empresa.
A NFTS vence no dia 10 do mês seguinte quando há retenção e recolhimento de ISS pelo tomador, e no dia 30 nos demais casos. Órgão público tem regra própria, e escritura até a liquidação da despesa.
Quem perde o prazo paga 50% do imposto devido, e existe um piso em reais que a prefeitura reajusta. É a Lei 13.476 de 2002, artigo 14, inciso V, e não tem negociação.
Por isso a tela de pendências ordena por estrago e não por data, e por isso a nota que falhou por queda de conexão fica salva e pronta para reenvio. Quando algo falha, o sistema aponta a causa, se foi a prefeitura ou foi o certificado, para você não tentar de novo no escuro sem saber o que corrigir.
Como fica a sua tela
Emitidas, na fila e recusadas separadas, com o valor declarado somado. Recusa não some da lista: ela fica com o código e a descrição oficiais até você resolver.
Você solta o XML da NFS-e e o sistema lê prestador, valor, código de serviço e retenção. Se o cliente só tem o PDF, existe leitura de PDF com reconhecimento de texto como reserva, que é menos confiável de propósito e pede conferência antes de enviar.
A mensagem é montada no layout 1 e assinada com o certificado A1 da empresa, em SHA-1 com RSA, que é o que o sistema antigo exige. A cadeia da ICP-Brasil vai junto, porque sem ela a conexão morre com um erro que não diz a causa.
O retorno oficial chega com o número da NFTS e o código de verificação, ou com o motivo da recusa em código e descrição. Pedido e resposta ficam arquivados no mesmo instante, com assinatura de integridade.
A nota fica salva com tudo preenchido e o motivo ao lado. Você corrige o que a prefeitura apontou e manda de novo, sem redigitar nada.
A assinatura da NFTS usa uma string canônica que o manual descreve pela metade. Ela não é formato próprio da prefeitura: é o que o servidor cospe ao reconstruir o objeto que recebeu, então o formato de cada campo sai do tipo dele no esquema oficial, e não do texto do manual.
Na prática isso significa que CPF e CNPJ mantêm o zero à esquerda na assinatura, enquanto CCM, código de serviço e CEP perdem, porque são número inteiro no esquema. O aviso famoso do manual sobre documentos que começam com zero é herança da NFS-e e está errado para a NFTS.
Cada uma dessas regras foi isolada com um envio de teste que voltou recusado quando errado e passou quando certo. Nada aqui foi deduzido do texto: foi confirmado contra o esquema oficial e contra a resposta do próprio servidor.
Você não precisa saber nada disso para usar o sistema. Está escrito aqui porque é a diferença entre software que fala com o fisco e software que tenta.
O sistema da prefeitura tem um modo de teste que passa pela validação inteira e devolve o retorno oficial, sem gerar nota com valor fiscal. É por ele que a gente começa numa demonstração, e é por ele que você confere um lote novo antes de mandar para valer.
Para cancelar, o caminho é o mesmo: assinatura própria, envio à prefeitura e retorno arquivado. Nota cancelada continua ocupando o número dela, e o sistema mostra isso em vez de esconder.
A gente sobe o seu arquivo na hora e mostra a nota indo até a prefeitura em modo de teste, com o retorno oficial na tela.
Agendar demonstraçãoNão precisa mandar arquivo de cliente: a demonstração roda com uma nota nossa se você preferir, e o acordo de confidencialidade a gente assina antes, é só pedir. Para ver sem falar com ninguém, o leitor de XML roda no seu navegador e o arquivo não sai do seu computador.