Os XML, na estrutura original
Documento fiscal como ele foi transmitido e como o fisco respondeu, sem conversão pelo caminho. É esse arquivo que vale numa fiscalização.
Portabilidade
Trocar de sistema fiscal costuma ser a parte que ninguém quer encarar. Aqui a entrada lê a sua base antiga e a saída devolve o acervo inteiro, com conferência.
Quem responde perante o fisco pelo documento é o contribuinte. A guarda é obrigação dele, e o software é apenas onde o arquivo está hoje.
Por isso a exportação está em todos os planos, e não como item de plano superior. Cobrar a mais para alguém levar o que já é dele seria transformar uma obrigação legal em trava comercial.
E encerrar não é apagar. Quando um cliente sai, o acervo fiscal é entregue, com prazo de carência antes de qualquer coisa sair do ar. Certificado digital e senha de portal são a exceção, e somem no ato: chave privada de assinatura não se guarda além da necessidade.
Documento fiscal como ele foi transmitido e como o fisco respondeu, sem conversão pelo caminho. É esse arquivo que vale numa fiscalização.
As empresas, as notas e os campos em arquivo que abre em planilha e que outro sistema lê sem precisar da nossa ajuda.
A lista do que entrou no pacote e a assinatura de cada arquivo. É com ele que você confere que veio tudo, sem depender da nossa palavra.
O que cada campo significa, para o time de outro sistema conseguir importar sem adivinhar.
O pacote sendo montado
Pacote de saída
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Acervo grande sai em partes, e todas são montadas a partir do mesmo instante de corte. Sem isso o pacote sairia internamente incoerente, com uma faixa gravada antes e outra depois, e ninguém perceberia até precisar dele.
O download sai por link temporário, com contagem de acesso, e o arquivo é expurgado depois. Acervo fiscal não fica em endereço público esperando alguém achar.
A importação lê três origens: planilha de clientes em CSV ou XLSX, o arquivo de exportação da própria prefeitura e o pacote de outro sistema no nosso formato.
Em todas elas, quem decide de qual empresa é cada linha é o conteúdo do arquivo, pelo CCM ou pelo CNPJ que está lá dentro. Campo de formulário não é prova de posse, e importar escolhendo a empresa numa caixa de seleção é como notas vão parar no cliente errado sem ninguém perceber.
No arquivo da prefeitura, o rodapé com os totais vira conferência: se a soma não bater, a importação recusa dizendo qual total divergiu e por quanto. Aceitar em silêncio um acervo incompleto é pior do que recusar.
O cliente trabalha normalmente. Tudo que é transmitido entra no cofre no mesmo instante.
A relação terminou e começa a carência. O acervo continua acessível para ser levado.
Passada a carência, o acervo fica inerte: guardado pelo prazo legal, sem movimentação.
Cumprido o prazo de guarda, o acervo é descartado. Só o master encerra, e digitando o CNPJ.
O prazo de guarda não é escolha nossa: vem da lei, e o critério adotado é o mais longo entre os aplicáveis, contado do encerramento do exercício.
A gente monta a exportação de uma empresa na sua frente e você confere o manifesto, arquivo por arquivo, antes de decidir qualquer coisa.
Agendar demonstraçãoNão precisa mandar arquivo de cliente: a demonstração roda com uma nota nossa se você preferir, e o acordo de confidencialidade a gente assina antes, é só pedir. Para ver sem falar com ninguém, o leitor de XML roda no seu navegador e o arquivo não sai do seu computador.