Solte tudo de uma vez
Os arquivos do mês inteiro, de todos os clientes, na mesma seleção. XML e PDF misturados, sem separar antes e sem renomear nada.
Escrituração em lote
Uma nota sozinha é rápida em qualquer sistema. O que trava o fechamento são quarenta, de doze clientes, em formatos diferentes, na semana do dia 10.
Os arquivos do mês inteiro, de todos os clientes, na mesma seleção. XML e PDF misturados, sem separar antes e sem renomear nada.
Cada arquivo chega como uma NFTS com os campos prontos. Você lê, corrige o que quiser e marca como revisada. É leitura, não digitação.
Um envio para todas. O que a prefeitura aceitar volta com número e código de verificação; o que ela recusar fica separado, com o motivo escrito.
Quando o lote termina de ser lido, cada linha já é uma NFTS com prestador, datas, valores, retenções e código de serviço no lugar. Não é um formulário em branco com o arquivo anexado ao lado: é a nota montada, esperando alguém dizer que está certa.
PDF entra junto com XML, no mesmo lote. É o detalhe que decide o mês de verdade, porque metade dos clientes manda o XML e a outra metade manda o comprovante em PDF, e separar os dois à mão já é meia tarde.
O que veio de PDF fica marcado como tal na tela. Papel é menos confiável que arquivo fiscal, e isso é dito em vez de escondido: a linha pede uma conferida a mais, e você sabe quais são.
Um lote sendo lido
Arquivos soltos de uma vez
38O número e os nomes de arquivo do desenho são ilustração. Nenhum dado de cliente aparece em material de venda.
Revisar quarenta linhas só funciona se o sistema apontar onde olhar. Senão a revisão vira rolagem, e rolagem não é conferência.
Por isso a linha não fica só verde ou vermelha: ela conta o que encontrou de estranho, em português, no lugar em que você está olhando. E nenhuma nota é enviada sozinha: o lote inteiro espera você mandar.
Antes do envio de valer, dá para rodar o lote em modo de teste contra a própria prefeitura. Ela valida tudo e devolve o retorno oficial, sem gerar nota. É a rede de segurança que não existe quando se digita no portal.
Quando a nota não é da empresa que você escolheu
Arquivo trocado no meio de quarenta é o erro mais fácil de cometer e o mais caro de descobrir depois. O sistema compara e avisa antes do envio.
Quando o prestador é de São Paulo
Prestador daqui emite NFS-e, e aí a NFTS não é sua. A linha vem marcada em vez de virar uma nota que não deveria existir.
Quando o código de serviço não passa
Alguns códigos a prefeitura recusa na hora. A linha avisa antes, e não depois de você mandar quarenta e ver quarenta voltarem.
Quando o cadastro veio com dado grande demais
Endereço que a Receita entrega maior do que o campo da prefeitura aceita é corrigido e avisado, não recusado. Você não digitou aquele bairro, e não é você que tem que consertar.
Terminado o envio, o lote vira um relatório de conferência em PDF, com o que foi aceito, o número e o código de verificação de cada nota, e o que foi recusado com o motivo. É o documento que se arquiva na pasta do mês, se manda para o cliente ou se mostra numa fiscalização.
Os XML continuam guardados no cofre, por empresa e por mês, junto com o que foi enviado e o que a prefeitura respondeu. A conferência de hoje continua existindo daqui a cinco anos.
Meia hora, com os arquivos de um cliente real. A gente lê o lote na sua frente, em modo de teste contra a Prefeitura de São Paulo, e você decide depois de ver.
Agendar demonstraçãoNão precisa mandar arquivo de cliente: a demonstração roda com uma nota nossa se você preferir, e o acordo de confidencialidade a gente assina antes, é só pedir. Para ver sem falar com ninguém, o leitor de XML roda no seu navegador e o arquivo não sai do seu computador.